26% dos cachorros-quentes vendidos nas ruas estão contaminados com bactérias prejudiciais à saude

Segundo pesquisa realizada pela Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) do município em parceria com a Proteste (associação de consumidores), 26,6% dos cachorros-quentes vendidos nas ruas da cidade possuem bactérias prejudiciais à saúde. Foram recolhidos amostras de 30 sanduíches que contém salsicha e são vendidos em carros e barracas.

A pesquisa apontou ainda que os produtos com bactericidas tinham contaminação por coliformes fecais, causadores de intoxicação e infecção alimentar. Além disso, podem trazer à quem se alimenta desses produtos dores abdominais, diarréia e febre.

Desses dogueiros pesquisados, 57% possuem um manipulador de alimentos formado pelo curso de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos, ministrado pelas unidades de Supervisão e Vigilância em Saúde (SUVIS). Mas, mesmo desta forma, seis deles disponibilizaram cachorros-quentes contaminados.

Segundo nota enviada à imprensa, “os alimentos podem ser facilmente contaminados com microorganismos patogênicos, devido às condições inadequadas do local de preparo e conservação do produto.” Não obstante, essa pesquisa demonstra que a maioria do comércio ambulante “não conta com sistema de abastecimento de água tratada”, o que dificultaria a correta higienização do cachorro quente.

Serviço
Covisa

Fonte :http://gastronomiaenegocios.uol.com.br/home/revista/ver/738/26-dos-cachorros-que

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